Estou atualmente na minha maratona de artigos. O primeiro que já está pronto trata da entrada da Turquia na União Européia. O segundo está sendo escrito em dupla e está em fase de elaboração. Ele se concentra sobre a Soberania dos recursos naturais. Finalmente o terceiro é uma pesquisa que eu estou fazendo para o Institut des Hautes Études Internationales e fala sobre a regionalização da gestão de produtos perigosos. Além disso eu estou pesquisando para o meu doutorado a questão da compensação de expropriações internacionais.
Sinceramente não considero que nenhum dos artigos que eu escrevi são revolucionários. Principalmente os dois primeiros. Acredito que sejam bons artigos, uma vez que ambos propõem uma certa reflexão e são baseados em fontes sérias, o que sinceramente não são todos os artigos. A pesquisa que eu estou fazendo agora para o IHEI deve ser algo mais acadêmico com maior número de informações por metro quadrado, apesar de ser apenas uma constatação de algo que já existe. Finalmente a tese de doutorado ainda está sendo construida e não dá para prever muita coisa.
A maioria dos escritores, cientistas, etc elaboram a sua obra prima entre os 40 e os 50 anos. Antes disso o que existe são exercícios, esboços e tentativas de se fundamentar uma opinião diferente. Raros são os textos que fazem isso com qualidade. Muitas vezes o autor depende de um certo fator de sorte, essencial para a perpetuidade da obra prima.
Talvez esse seja o problema do mundo moderno. A pressão de ter que produzir algo bom até os 30 anos. Não consigo em pensar em algo de qualidade que tenha sido feito por alguém antes dos 30 no ramo das idéias. Certamente música e dinheiro, mas estes não são idéias.....
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